21/05/2017: Sport 1x1 Cruzeiro

segunda-feira, 22 de maio de 2017



Sport 1x1 Cruzeiro
Motivo: 2ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 21/05/2017 (domingo)
Local: estádio Ilha do Retiro, em Recife-PE
Árbitro: João Batista de Arruda (CBF)
Público: 4.459 pagantes
Renda: R$ 106.259,00
Gols: Alisson aos 19 e Diego Souza aos 33 minutos do primeiro tempo.
Sport: Magrão, Samuel Xavier (Evandro), Durval, Matheus Ferraz e Raul Prata; Neto Moura (Juninho), Ronaldo (Fabrício) e Rithely; Osvaldo, Rogério e Diego Souza
Técnico: Ney Franco
Cruzeiro: Fábio; Lucas Romero (Ariel Cabral), Dedé, Léo e Diogo Barbosa; Hudson, Henrique, Rafinha (Rafael Marques), De Arrascaeta , Alisson, Ramón Abila (Alex)
Técnico: Mano Menezes
Cartão amarelo: Raul Prata, Diego Souza, Fabrício (Sport), Raniel, Ariel Cabral e Léo (Cruzeiro)

+Fotos do jogo




Superesportes

Com atuação bem distinta nos dois tempos, o Cruzeiro ficou no empate por 1 a 1 diante do Sport, na noite deste domingo, na Ilha do Retiro, em Recife, pelo Campeonato Brasileiro. Pior na etapa inicial, a equipe celeste saiu na frente, com Alisson, mas Diego Souza, em cobrança de pênalti, igualou para os donos da casa. Na etapa final, os visitantes foram superiores, mas não voltaram a balançar a rede e somaram um ponto na classificação.

O Cruzeiro foi a quatro pontos e briga pelas primeiras posições neste início de Brasileiro. O time celeste vinha de triunfo ante o São Paulo (1 a 0), no Mineirão, e se manteve invicto. O Sport, por sua vez, tem um começo preocupante, já que foi goleado pela Ponte Preta (4 a 0), na estreia, e ainda não conseguiu vencer na competição.

O Cruzeiro fez o gol, mas teve atuação apática no primeiro tempo, quando o Sport dominou e criou boas oportunidades. Mas Fábio, no segundo jogo seguido como titular, mostrou serviço e deixou o campo como um dos destaques, com duas intervenções decisivas, e só foi vazado em um pênalti cobrado por Diego Souza. Na etapa final, a situação se inverteu, os celestes jogaram em cima e só não chegaram ao triunfo por causa do goleiro Magrão.

O Cruzeiro volta a campo no próximo domingo, dia 28, para mais um jogo como visitante. O desafio será o Santos, na Vila Belmiro, às 16h. O Sport atuará novamente com a torcida a favor, na Ilha do Retiro, recebendo o Grêmio, que venceu nas duas rodadas iniciais. Antes, o Rubro-Negro terá a decisão da Copa do Nordeste diante do Bahia, quarta-feira, na Fonte Nova, em Salvador.
O jogo

Antes do jogo, uma chuva forte assustou. Mas bastou os times entrarem em campo para o temporal dar uma trégua na Ilha do Retiro. O Sport teve o domínio no primeiro tempo, enquanto o Cruzeiro foi cirúrgico e abriu o placar na única chance real que criou. Na defesa, para segurar a pressão do Leão, Fábio apareceu de forma milagrosa em dois lances, evitando gols de Rogério e Osvaldo.

Na única vez em que chegou de forma objetiva ao ataque, o Cruzeiro saiu na frente. Aos 19min, Lucas Romero ajeitou para Alisson, que chutou no canto direito e surpreendeu Magrão: 1 a 0. O time celeste passou a tocar mais a bola, esperando o momento certo de agredir nos contragolpes, sem sucesso. O Sport se recuperou logo do baque e permaneceu no ataque em busca da reação.

Como prêmio pela insistência, o Leão da Ilha conseguiu o empate. Dessa vez, Fábio foi o vilão. Ele se precipitou na saída para tirar a bola de Diego Souza e acabou derrubando o atacante. Na cobrança, aos 33, o rubro-negro mandou no meio do gol e decretou a igualdade: 1 a 1. O time da casa quase virou ainda na etapa inicial. Raul Prata apareceu na área e pegou de primeira, mas errou o alvo.
Estreia

O Cruzeiro voltou alterado no segundo tempo. Mano Menezes trocou Lucas Romero por Ariel Cabral. Assim, Hudson deixou o meio-campo e passou para a lateral direita. O Sport diminuiu o ímpeto ofensivo, enquanto o time celeste também era pouco efetivo, apesar de dominar as ações e passar a maior parte do tempo no campo de defesa do adversário. Hudson arriscou de longe e obrigou Magrão a espalmar a escanteio. Aos 17min, Rafael Marques, novo reforço, estreou com a camisa azul entrando no lugar de Rafinha.

Na primeira participação, Rafael Marques chutou por sobre o gol de Magrão. Do lado rubro-negro, Diego Souza se movimentava, mas apareceu mais brigando, literalmente, pela bola com os celestes. O Cruzeiro tinha o domínio, mas faltava penetrar na área com mais organização. A opção eram os arremates de longe, só que a pontaria não estava equilibrada. Na última alteração celeste, Alex substituiu o argentino Ábila. Pouco ameaçado, a equipe mineira se lançou à frente e Alisson obrigou o goleiro a espalmar, depois de cortar um marcador na área.

28/09/2003: Cruzeiro 1x0 Vitória

terça-feira, 16 de maio de 2017




Cruzeiro 1x0 Vitória

Data: 28/9/2003
Motivo: 33ª Rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Público: 24.992 pagantes
Renda: R$204.100,50
Árbitra: Sílvia Regina de Oliveira (Fifa-SP)
Gols: Mota, aos 2 minutos do segundo tempo.
Vitória Juninho, Marcos, Nenê (Samir) e Marcelo Heleno; Maurício, Dyonísio (Ramalho), Alecsandro Goiano, Dudu Cearense e Almir; Zé Roberto e Enílton (Alecsandro).
Técnico: Lori Sandri
Cartões amarelos: Marcos, Alecsandro Goiano, Enílton (Vitória); Alex, Alex Alves (Cruzeiro)


14/05/2017: Cruzeiro 1x0 São Paulo



Cruzeiro 1x0 São Paulo
Motivo: 1ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 14/05/2017 (domingo)
Local: estádio Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique-RJ (CBF)
Público: 6.528 pagantes
Renda: R$ 125.549,00
Gol: Ramón Abila, aos 2 min. do 2º tempo
Cruzeiro: Fábio; Lucas Romero (Lennon), Dedé, Léo e Diogo Barbosa; Hudson, Henrique, Rafinha (Lucas Silva), De Arrascaeta e Alisson; Ramón Abila (Raniel)
Técnico: Mano Menezes
São Paulo: Renan Ribeiro; Thiago Mendes, Maicon, Rodrigo Caio e Júnior Tavares; Jucilei, Éder Militão (Thomaz Santos), João Schmidt e Cueva (Luiz Araújo); Lucas Pratto e Marcinho (Gilberto)
Técnico: Rogério Ceni
Cartão amarelo: Rodrigo Caio (São Paulo)

Galeria de Fotos




O Jogo
Derrotado pelo rival Atlético na decisão do Estadual e eliminado da Copa Sul-Americana pelo Nacional-PAR, o Cruzeiro amenizou a pressão neste domingo. Na rodada de estreia do Campeonato Brasileiro, a equipe de Mano Menezes conseguiu a reação e superou o São Paulo, por 1 a 0, no Mineirão. O gol da vitória celeste sobre o Tricolor – que também vem de insucesso na competição internacional, além de quedas no Paulistão e na Copa do Brasil – foi anotado por Ramón Ábila. O centroavante argentino perdeu boas chances no primeiro tempo, mas garantiu o resultado positivo aos dois minutos da etapa final, após boa jogada de Alisson.

Com os primeiros três pontos na Série A, o Cruzeiro se vinga do São Paulo, responsável por tirar a invencibilidade celeste na temporada, vencendo por 2 a 1, no Mineirão, pela Copa do Brasil, há um mês. Apesar do revés na ocasião, a Raposa garantiu a classificação diante do time de Rogério Ceni. A partida deste domingo ainda marcou o retorno do capitão Fábio como titular à meta cruzeirense.

Na segunda rodada do Brasileirão, o Cruzeiro visita o Sport, no próximo domingo, às 19h, na Ilha do Retiro. Um dia depois, o São Paulo tem desafio contra o Avaí, às 20h, no Morumbi.
Chances desperdiças em etapa monótona

O primeiro tempo entre Cruzeiro e São Paulo começou morno. A equipe celeste explorou as jogadas pelas laterais, com Alisson e Rafinha, mas não levou perigo ao adversário. Arrascaeta apareceu bem na criação das jogadas e chegou a arriscar chute de longa distância, para a defesa de Renan Ribeiro. Já o Tricolor esperou as chances de contra-ataque e assustou Fábio aos 18 miutos. Após troca rápida de passes, Junior Tavares ficou com a bola na grande área, finalizou rasteiro, e o camisa 1 segurou firme.

A resposta do Cruzeiro ocorreu cinco minutos depois, em finalização de Ábila. Lucas Romero cruzou da ponta direita, o centroavante subiu entre a zaga são-paulina e cabeceou sobre o travessão. Aos 32 minutos, o argentino teve uma chance ainda mais clara de balançar a rede, mas desperdiçou cara a cara com o goleiro. O camisa 9 foi lançado na intermediária, ganhou na força de Rodrigo Caio, entrou livre na grande área e bateu forte, rasteiro, no canto esquerdo. A bola explodiu nas pernas de Renan Ribeiro e saiu a escanteio.

O ritmo do jogo esquentou um pouco. E o São Paulo conseguiu dar o bote no Cruzeiro em rápido contra-ataque de Marcinho. O atacante tentou a jogada com Lucas Pratto, que acabou interceptado, ficou com a sobra e cruzou com precisão para Cueva. o peruano, porém, concluiu mal e mandou na rede pelo lado de fora.  O time do Morumbi voltou a ameaçar aos 40 minutos. João Schmidt tomou a bola de Ábila no campo de defesa, lançou Cueva, que cruzou para Marcinho. O atacante subiu livre, cabeceou no meio gol, e Fábio defendeu bem.

‘Wanchope’ se redime e garante vitória celeste

As chances perdidas não abalaram a confiança de Ramón Ábila, que se redimiu logo aos 2min do segundo tempo. Diogo Barbosa cobrou lateral rapidamente e acionou Alisson. O meia-atacante fez boa jogada pela ponta esquerda e rolou para a grande área. O argentino aproveitou o passe rasteiro e bateu no canto direito, deslocando Renan Ribeiro: 1 a 0. Na comemoração, o ‘Wanchope’ colocou a bola na barriga, em alusão à chegada do terceiro filho. Logo em seguida, o Cruzeiro partiu em rápido contragolpe, e Arrascaeta ficou com a bola na entrada da área, mas chutou fraco, nas mãos do goleiro.
O São Paulo passou a pressionar o Cruzeiro e respondeu em arremates de Luiz Araújo – um para fora, e outro defendido por Fábio. Os paulistas mantiveram a maior posse de bola e trabalharam as jogadas na intermediária adversária. Para reforçar a marcação celeste, o técnico Mano Menezes sacou o meia Rafinha e colocou o volante Lucas Silva. A outra mexida foi na lateral direita: Lennon entrou na vaga de Romero, improvisado.

Com a vantagem no placar, o Cruzeiro se retraiu no campo de defesa e deixou de agredir o São Paulo. O time visitante dominou as ações, teve dificuldades para achar espaços e arriscou chutes de longa distância. Thomaz, Luiz Araújo, Lucas Pratto e Gilberto insistiram bastante pelo lado tricolor, mas sem êxito.  Aos 37 minutos, Ábila foi substituído por Raniel. Apesar da pressão, a Raposa seguiu fechada, administrou o resultado e estreou com sucesso no Brasileirão.

11/05/2017: Nacional - Par 2x1 Cruzeiro

quinta-feira, 11 de maio de 2017



Nacional - Par 2x1 Cruzeiro
3x2 (nos penaltis)
Motivo: Jogo de volta da primeira fase da Copa Conmebol Sul-Americana
Data: 10/05/2017 (quarta-feira)
Local: Estádio Defensores del Chaco, em Assunção (Paraguai)
Gols: Thiago Neves, aos 11 minutos, Villagra, aos 16 minutos do primeiro tempo; Adam Bareiro, aos 17 minutos do segundo tempo
Nacional: Santiago Rojas; Dávalos, Herminio Miranda, Jacquet e Rojo; Jonathan Santana (Rodriguez), Paniagua, Fracisco Garcia (José Nuñez) e Villagra (Freddy Bareiro); Adam Bareiro e Salgueiro.
Técnico: Roberto Torres
Cruzeiro: Rafael; Mayke, Léo, Kunty Caicedo e Diogo Barbosa (Fabrício); Henrique, Hudson, Rafinha e Thiago Neves (Alisson); De Arrascaeta e Ramón Ábila (Dedé). 
Técnico: Mano Menezes
Cartões amarelos: Santana, Paniagua, Adam Bareiro, Rojo (Nacional); Léo, Mayke, Kunty Caicedo, Thiago Neves, Lucas Romero, Rafinha (Cruzeiro)
Cartão vermelho: Léo (Cruzeiro)



O jogo

Primeiro, a perda do Mineiro para o maior rival. Agora, a queda prematura na Sul-Americana, um dos principais objetivos na temporada. O Cruzeiro fez grandes planos para 2017, mas só decepcionou nas decisões que teve até aqui. Nesta quarta-feira, o time fez um jogo displicente e foi eliminado do torneio internacional nos pênaltis para o Nacional, por 3 a 2, depois de revés por 2 a 1 no tempo normal. O resultado aumenta a pressão sobre o grupo, o técnico Mano Menezes e a diretoria. Ao clube resta agora brigar pelos títulos da Copa do Brasil e do Brasileirão, além da esquecida Primeira Liga.

Depois de viajar ao Paraguai pela Sul-Americana, o Cruzeiro retorna ao Brasil para se concentrar na estreia do principal torneio do país. O time se reapresenta na sexta-feira, na Toca da Raposa II, e inicia preparação para receber São Paulo pela Série A, no próximo domingo, às 16h, no Mineirão.

O jogo

Com as equipes abertas, propondo jogo, Cruzeiro e Nacional marcaram ainda na metade inicial do primeiro tempo. O time de Mano Menezes começou controlando, aproveitando principalmente a deficiência na marcação pelos lados da formação adversária. Aos 11’, Diogo Barbosa alçou bola na área, ela desviou no defensor rival e sobrou para Thiago Neves, livre, marcar seu quinto gol com a camisa celeste. 0 a 1. A resposta veio cinco minutos depois. Mayke se preparava para afastar o perigo da área quando errou o domínio e serviu Villagra, que não perdoou. 1 a 1.

O gol do adversário desestabilizou o Cruzeiro. Com linhas espaçadas, a equipe encontrou imensa dificuldade nas transições, começou a errar passes em excesso e deixar a posse de bola com os donos da casa. O Nacional aproveitou a queda de produção da Raposa, ocupou a intermediária, mas pecou no último passe na maioria das tentativas. No fim da primeira etapa, os números registraram 63% de posse de bola ao time paraguaio – apenas 37% do time celeste, que teve aproveitamento de 8% nos cruzamentos e lançamentos (21 erros em 23 tentativas).

Da mesma forma que encerrou a etapa inicial, o Cruzeiro voltou para o segundo tempo. Totalmente displicente, seguiu errando passes fáceis, entregando a bola para o adversário e sem aproveitar as poucas chances que criava. Isolado na frente, Ramón Ábila foi figura praticamente decorativa. Desta vez, porém, o Nacional aproveitou o melhor momento para virar o placar. Aos 17’, Adam Barreiro recebeu sozinho na pequena área e cabeceou sem chances para Rafael. 2 a 1.

Com resultado que levava a decisão da vaga na próxima fase da Sul-Americana para os pênaltis, o Cruzeiro saiu um pouco mais para o jogo e cresceu, ainda que de forma tímida. Sem repertório, porém, voltou a encontrar dificuldades nas transições ofensivas. Com Alisson, Mano buscou aumentar o poder ofensivo, mas sem sucesso. Aos 31’, o treinador precisou trocar Ábila por Dedé depois da expulsão infantil de Leo. Com um a menos, o time brasileiro se defendeu em 15 minutos para levar o jogo para os pênaltis. Pelo menos esse objetivo conseguiu alcançar.

07/05/2017: Atlético 2x1 Cruzeiro

segunda-feira, 8 de maio de 2017



Atlético 2x1 Cruzeiro
Motivo: jogo de volta da final do Campeonato Mineiro
Estádio: Independência
Data: domingo, 7 de maio de 2017
Público: 22.411
Renda: R$ 1.602.000,00
Gols: Robinho, aos 12min do 1ºT e Elias, aos 23min do 2ºT (ATL); Ramón Ábila, aos 7min do 2ºT (CRU)
Atlético: Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Gabriel e Fábio Santos; Adilson, Rafael Carioca, Elias (Danilo) e Otero (Maicosuel); Robinho (Cazares) e Fred.
Técnico: Roger Machado
Cruzeiro:Rafael; Mayke, Leo, Kunty Caicedo e Diogo Barbosa; Hudson (Ramón Ábila) e Henrique; De Arrascaeta (Raniel), Thiago Neves e Rafinha; Rafael Sobis (Alisson).
Técnico: Mano Menezes
Cartões amarelos: Rafael Carioca, aos 27min e Adilson, aos 31min do 1ºT; Elias, aos 26min, Danilo, aos 39min e Adilson, aos 42 min do 2ºT (ATL); Hudson, aos 2min do 1ºT; Rafinha, aos 5min e aos 40min, Henrique, aos 40min do 2ºT (CRU)
Cartões vermelhos: Adilson, aos 42min do 2ºT (ATL); Rafinha, aos 40min do 2ºT (CRU)




03/05/2017: Cruzeiro 1x0 Chapecoense

sábado, 6 de maio de 2017



Cruzeiro 1x0 Chapecoense
Motivo: Jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil
Data: 03/05/2017 (quarta-feira)
Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte-MG
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza - SP (CBF)
Público:  Presentes: 11.716 Pagantes: 8.516
Renda: R$ 203.069,00
Gol: Raniel com um minuto do primeiro tempo
Cruzeiro: Rafael; Lennon, Dedé, Kunty Caicedo e Diogo Barbosa; Lucas Silva (Hudson), Henrique, Alisson e Thiago Neves; De Arrascaeta (Rafinha)  e Raniel (Rafael Sóbis).
Técnico: Mano Menezes
Chapecoense: Elias, Apodi, Victor Ramos, Fabrício Bruno e Diego Renan; Andrei Girotto, Nathan e Neném (Arthur), Niltinho (Rossi), Osman e Tulio de Melo (Wellington Paulista)
 Técnico: Vagner Mancini
Cartões amarelos: Dedé (Cruzeiro), Andrei Girotto, Wellington Paulista, Fabrício Bruno (Chapecoense)



30/04/2017: Cruzeiro 0x0 Atlético

domingo, 30 de abril de 2017



Cruzeiro 0x0 Atlético
Motivo: jogo de ida da final do Campeonato Mineiro
Estádio: Mineirão
Data: domingo, 30 de abril de 2017
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (Fifa/PA)
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho (Fifa/SP) e Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa/SP)
Adicionais: Felipe Duarte Varejão (CBF/ES) e Dyorgines José Padovani de Andrade (CBF/ES)
Público: 40.694 presentes; 38.978 pagantes
Renda: R$ 1.620,951
Cruzeiro: Rafael; Mayke, Leo, Caicedo e Diogo Barbosa; Hudson, Henrique, Rafinha (Alisson) e Thiago Neves (Ábila); De Arrascaeta (Elber) e Rafael Sobis
Técnico: Mano Menezes
Atlético: Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Gabriel e Fábio Santos; Rafael Carioca, Elias, Marlone (Otero) e Maicosuel (Adilson); Robinho (Cazares) e Fred
Técnico: Roger Machado
Cartões amarelos:  Maicosuel, Gabriel (ATL)

+Fotos do jogo





23/04/2017: Cruzeiro 2x0 América

segunda-feira, 24 de abril de 2017



Cruzeiro 2x0 América
Motivo: jogo de volta das semifinais do Campeonato Mineiro
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data e horário: 22 de abril (domingo), às 18h
Árbitro: Emerson de Almeida Ferreira (Asp.Fifa/MG)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (FIFA) e Magno Arantes Lira (CBF)
Público presente: 21.569
Público pagante: 18.067
Renda: R$369.218,00
Gols: De Arrascaeta (aos 21’1ºT e aos 46'2ºT)
Cruzeiro: Rafael; Mayke, Kunty Caicedo, Leo e Diogo Barbosa; Henrique e Hudson; Rafinha (Alisson), De Arrascaeta e Thiago Neves (Ramón Ábila); Rafael Sobis (Lucas Silva).
Técnico: Mano Menezes
América: João Ricardo; Auro, Messias, Rafael Lima e Pará (Marion); Juninho e Gustavo Blanco (Mike); Gérson Magrão, Renan Oliveira e Ruy (Rubens); Hugo Almeida.
Técnico: Enderson Moreira.
Cartões amarelos: Gustavo Blanco, Rafael Lima e Ruy (América); Hudson (Cruzeiro)



O jogo

Sem ímpeto ofensivo, o Cruzeiro começou mais um de seus compromissos amassado pelo adversário e sem propor jogo no Mineirão. Com marcação em linha média, o time de Mano Menezes chegou a ser dominado pelo América, que voltou a explorar a deficiência de marcação de Mayke pelo lado direito. Aos 18’, em jogada construída naquele setor, o Coelho quase marcou. Na finalização livre de dentro da área, porém, Renan Oliveira acertou a trave de Rafael.

Se por um lado o Cruzeiro tem sofrido com os problemas defensivos no lado direito, por outro comemora as ótimas participações de Diogo Barbosa. Agressivo, o lateral foi fundamental para a resposta celeste, aos 21’. Na primeira trama bem trabalhada, Rafael Sobis iniciou jogada na intermediária de ataque, deu bonito passe para o lateral-esquerdo, que acertou assistência perfeita para Arrascaeta marcar o gol. 1 a 0.

À frente no placar, a Raposa intensificou sua estratégia de marcar em linha média e jogar no erro do adversário. Um dos responsáveis por dar profundidade ao time, no entanto, o meia-atacante Rafinha teve primeiro tempo trágico – errou 1/3 dos passes e falhou nos três cruzamentos que tentou. O América, dono da maior posse de bola na etapa inicial (57%), passou a ter mais dificuldades para vencer a marcação celeste e foi pouco contundente, sentindo muito a ineficiência na saída de bola.

Na saída para o intervalo, Arrascaeta cobrou do time mais aproximação, troca de passes e tempo com a bola. E desta forma o Cruzeiro tentou voltar para a segunda etapa. Logo no primeiro minuto, Rafinha pressionou a saída do América, roubou bola de Pará e serviu Hudson. Em bonita finalização, o volante acertou o travessão de João Ricardo. Mais aberto, o time de Mano Menezes deu espaço ao Coelho. Aos 4’, Rafael salvou a Raposa em tentativa de Hugo Almeida pelo alto.  

O último terço do jogo, já com as equipes extenuadas, foi mais equilibrado. Com o resultado, o Cruzeiro manteve posse de bola e ainda chegou com mais perigo ao gol de João Ricardo. Ábila, que substituiu Thiago Neves, quase marcou aos 38’. Mas foi Arrascaeta que ampliou o placar praticamente no último lance, aos 46'. Hudson fez mais uma excelente jogada pela esquerda e encontrou o uruguaio, que, dentro da área, só completou para o gol. 2 a 0. Com o placar, a Raposa volta à decisão do Campeonato Mineiro depois de dois anos longe da disputa.